Postado em Uncategorized em maio 28, 2008 por sgermano
Ficha Técnica Título Original: Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain Ano de Lançamento (França): 2001 Estúdio: Le Studio Canal+ / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen / France 3 Cinéma / La Sofica Sofinergie 5 / MMC Independent GmbH / Tapioca Films / Victoires Pictures Direção:Jean-Pierre Jeunet Roteiro: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant
Amelie é uma típica francesinha que vive emMont Martre no final da década de de 90.
Será só isso mesmo ? Sua vida pacata é invadida por seus pensamentos que tornam cada dia uma aventura, e é assim desde pequena. Na noite que estaria maracda para sempre na hist[oria mundial como o dia da morte da querida Lady Di, a história de Amelié é marcad por seu encontro com uma caixinha , um tanto quanto misteriosa. Nossa heroína decide descobrir o dono e tentar devolve-lo tal tesouro. Quando a missão é cumprida (como todos os requintes de sua imaginação), ela resolve que irá ajudar a tornar o mundo um lugar melhor.
É quando começa arranjar namoros, tentar castigar pequenos malfeitores de seu dia-a-dia, trazer de volta a vida pessoas que parecem não se importar…E é nesse engodo que ela se apaixona por um rapaz que parece ser tão diferente quanto ela.Quem parece precisar de ajuda agora é a pequena Amelie…
Postado em Uncategorized em maio 13, 2008 por Tempero Urbano
Ficha Técnica
Título Original: Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street Gênero: Musical Tempo de Duração: 116 minutos Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2007 Site Oficial:wwws.br.warnerbros.com/sweeneytodd Estúdio: DreamWorks SKG / Warner Bros. Pictures / The Zanuck Company / Film IT / Parkes/MacDonald Productions Distribuição: Warner Bros. Pictures / DreamWorks SKG / Paramount Pictures Direção: Tim Burton Roteiro: John Logan, baseado em musical de Stephen Sondheim e Hugh Wheeler Produção: John Logan, Laurie MacDonald, Walter F. Parkes e Richard D. Zanuck Fotografia: Dariusz Wolski Desenho de Produção: Dante Ferretti Figurino: Colleen Atwood Edição: Chris Lebenzon Efeitos Especiais: Gentle Giant Studios / Moving Picture Company / Neal Scanlan Studios
Elenco
Johnny Depp (Sweeney Todd / Benjamin Barker); Helena Bonham Carter (Sra. Lovett); Alan Rickman (Juiz Turpin); Timothy Spall (Beadle Bamford); Sacha Baron Cohen (Adolfo Pirelli); Jamie Campbell Bower (Anthony Hope)
Jayne Wisener (Johanna); Ed Sanders (Toby); Harry Taylor (Sr. Lovett); Laura Michelle Kelly (Lucy)
A adaptação para o cinema do musical de Stephen Sondheim, traz Johnny Depp como Benjamin Barker, um barbeiro que, depois de ser injustamente expulso de Londres e ver esposa e filha caírem em desgraça, retorna adotando o pseudônimo de Sweeney Todd para consumar sua vingança. Ao lado da quituteira Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter), o vingador usa a cadeira do barbeiro para assassinar seus clientes, enquanto ela pega os restos mortais para assar tortas que viram a sensação de Londres.
Na primeira parte, as músicas são um pouco parecidas, o que leva o espectador a ter sensação de falta de movimento, de ação. Porém, conforme o barbeiro vai assumindo sua nova personalidade, de vingador assassino, a trama se torna muito interessante e as músicas, que deixam de serem sutis, conseguem prender toda a atenção. O filme, diferentemente de muitos musicais, não é cansativo, pois os números musicais são intercalados com cenas dramáticas. Essa grande sacada do diretor proporcionou mais agilidade a trama. As vozes de Deep e Alan Rickman combinam de uma forma que ajuda a aumentar o clima de suspense em cenas, como a que intercala os sons dos panos, da navalha e da cadeira do barbeiro. Já na cena da matança de Mrs. Lovett, os misturados sons marcados pelas batidas da faca fazem soar quase uma melodia dançante.
Essa é a sexta parceria de Deep com o diretor Tim Burton(Edward Mãos-de-Tesouras, Ed Wood, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, A Fantástica Fábrica de Chocolate e A Noiva-Cadáver), e como sempre, o ator consegue se superar e mostra que não é bom apenas como ator, mas tambem como cantor.
Para muitos críticos de cinema, Sweeney Todd representa um dos melhores musicais produzidos em Hollywood nos últimos anos.
Postado em Uncategorized em maio 5, 2008 por vivianreis
Título Original: Frida
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123min
Ano de Lançamento: 2002
Direção: Julie Taymor
Roteiro: Clancy Sigal, Diane Lake, Gregory Nava e Anna Thomas, baseado em livro de Hayden Herrera
Produção: Lindsay Flickinger, Sarah Green, Nancy Hardin, Salma Hayek, Jay Polstein, Roberto Sneider e Lizz Speed
Música: Elliot Goldenthal
Fotografia: Rodrigo Prieto
Direção de Arte: Bernardo Trujillo
Figurino: Julie Weiss
Edição: Françoise Bonnot
Premiações
Ganhou dois Oscars nas seguintes categorias de Melhor Maquiagem e Melhor Trilha Sonora. Foi ainda indicado nas seguintes categorias: Melhor Atriz (Salma Hayek), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Canção Original por “Burn It Blue”;
Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Atriz de Drama (Salma Hayek);
Ganhou o BAFTA de Melhor Maquiagem, além de ter sido indicado em outras três categorias: Melhor Atriz (Salma Hayek), Melhor Figurino e Melhor Ator Coadjuvante (Alfred Molina)
Sinopse
Magdalena Carmen Frida Khalo y Calderon. Nasceu em seis de julho de 1907, na cidade de Coyoacán, México.Teve uma vida marcada por tragédias e relacionamentos complicados com homens e mulheres. Na escola, tinha interesse por ciências e biologia, e queria ser médica.
Frida Khalo teve poliomielite na infância e ficou com problemas na perna direita. Depois, sofreu um acidente automobilístico que causou várias fraturas pelo corpo e a deixou de cama por meses. Ganhou telas, tintas e pincéis e levou o nome do México às galerias de todo o mundo.
O marido, Diego Rivera, a traía com freqüência. Frida, por sua vez, tinha vários amantes; o revolucionário russo Leon Trotsky era um deles.
Não conseguiu realizar o sonho de ser mãe. Embora tenha engravidado, sofreu aborto devido aos problemas físicos causados pelo acidente.
A maior parte de sua obra é composta por auto-retratos. Frida justificava essa escolha pela solidão que sentia e por ser o tema que mais conhecia. Seu pai, Guillermo Khalo, era fotógrafo e ensinou a artista a fotografar, influenciando seu estilo de pintar.
As obras de Frida ganharam as galerias mais badaladas de Nova York e Paris ainda antes de sua morte, em 1954, por pneumonia.
Felizmente, o cinema ajudou a imortalizar a arte de Frida Khalo, um dos principais nomes da história artística do México.
Trilha Competente
Elliot Goldenthal compôs uma trilha significativa e profunda, como uma pintura de Frida Khalo. Ritmos típicos e instrumentos mexicanos inserem os espectadores no mundo da pintora, com muita paixão e muito drama.
A voz rouca e afinada de Salma Hayek faz toda a diferença na música “La Bruja”, uma das músicas preferidas do pintor Diego Rivera, e verdadeira trilha sonora da vida e obra de Frida.
As fusões com o regional e um piano clássico embalam a vida de Khalo com a profundidade necessária para traduzi-la como a mulher pioneira que lutou contra seus problemas físicos e convenções sociais. Chavela Vargas interpreta “Paloma Negra” e “La llorona”, cantando os dramas da protagonista – Pedro Almodóvar já havia convidado Chavela para a trilha de “Carne Trêmula”.
Caetano Veloso dá voz a “Burn It Blue” com participação da cantora e compositora mexicana Lila Downs. “Alcoba Azul” e “Estrella Oscura” também são interpretadas por Lila.
Postado em Uncategorized em maio 4, 2008 por vivianreis
Ficha Técnica
Título Original:Wo Hu Zang Long
Gênero:Ação
Tempo de Duração:120 min
Ano de Lançamento:2000
Direção: Ang Lee
Roteiro: Hui-Ling Wang, James Schamus e Juo Jung Tsai, baseado em livro de Du Lu Wang
Produção: Li-Kong Hsu, William Kong e Ang Lee
Música: Tan Dun
Direção de Fotografia: Peter Pau
Figurino: Timmy Yip
Edição: Tim Squyres
Efeitos Especiais: Blue Sky Studios/MVFX
Premiações
Ganhou quatro Oscars nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora. Recebeu ainda outras seis indicações nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição, Melhor Figurino e Melhor Canção Original;
Ganhou dois Globos de Ouro por Melhor Diretor e Melhor Filme Estrangeiro, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Trilha Sonora;
Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio BR de Cinema, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Sinopse
Ambientado em um universo de fantasia e misticismo, o filme é povoado por personagens grandiosos que desafiam a Lei da Gravidade a todo o momento, movendo-se com graciosidade.
O guerreiro Li Mu Bai lutou por toda a China e, então, resolveu abandonar a peregrinação. Amargo, ele pede a uma amiga por quem mantém uma contida e correspondida paixão há muitos anos, Shu Lien, que entregue sua poderosa espada, Destino Verde, ao mestre Sir Te. Porém, a espada é roubada por uma figura misteriosa que, possivelmente, também foi a responsável pelo envenenamento do mestre.
Enquanto isso uma jovem garota, Jen, reluta em aceitar seu destino de tradições e subserviência e resolve conferir novo rumo à própria vida – o que pode levá-la a um caminho equivocado e sombrio.
É no caráter das personagens que reside a força da história presente no roteiro.
O Tigre e o Dragão não é apenas um filme de artes marciais, embora apresente características típicas do gênero, como coragem, tradição e honra: graças à sensível direção de Ang Lee, os personagens da história se tornam mais notáveis do que suas próprias qualidades como lutadores. Além disso, o papel essencial das personagens femininas ao longo da trama confere fôlego novo ao longo da narrativa, pois elas são as figuras mais fortes e presentes no filme.
As lutas são engrandecidas pela dimensão heróica conferida aos lutadores, e as brilhantes coreografias realçam este fato com perfeição, amparado por uma série de efeitos mecânicos, e não digitais.
Existe poesia nas imagens de Ang Lee.
Tan Dun e a Trilha Sonora
A trilha sonora é toda em cordas e foi desenvolvida por Tan Dun. A trilha confere um clima épico à produção, sem chamar demasiadamente a atenção sobre si.
Tan Dun é um compositor e regente conceitual e multifacetado. Deixou sua marca na cena musical internacional ao apresentar um repertório criativo que transpõe as fronteiras da música clássica.
Vencedor de importantes prêmios musicais – Grawemeyer, Grammy e Oscar – a música de Tan Dun tem sido aclamada em todo o mundo.
Sua inspiração brota da natureza e da tecnologia. Sua inquietação se manifesta no seu experimentalismo como autor.
Em sua música estão o vislumbre dos astros no espaço, o deslizar dos rios, o cantar dos pássaros, o sol nascente, o cair da tarde, o silêncio noturno.
Tan Dun assegura magnitude e emoção a quem estiver disposto a ouvir sua música. Ela é livre e solta na tonalidade, pontilhada de nuances coloridas, despojada, densa, alegre, solene.
A música de Tan Dun é um exercício fascinante quando aborda, inclusive, o silêncio.
Postado em Uncategorized em maio 1, 2008 por sgermano
Ficha Técnica Título Original: The Life Aquatic with Steve Zissou Gênero: Comédia Tempo de Duração: 118 minutos Ano de Lançamento (EUA): 2004 Estúdio: Touchstone Pictures / Scott Rudin Productions / American Empirical Pictures / Life Aquatic Direção:Wes Anderson Roteiro: Wes Anderson e Noah Baumbach Produção: Wes Anderson, Barry Mendel e Scott Rudin Música: Mark Mothersbaugh Fotografia: Robert D. Yeoman Desenho de Produção: Mark Friedberg Direção de Arte: Stefano Maria Ortolani Figurino: Milena Canonero
Do mesmo diretor de Os Excentricos Tenenbauns e Viagem a Darjeeling , o filme conta com grande elenco como Bill Murray, Anjelica Houston , Owen Wilson, Cate Blanchett e Seu Jorge.
O personagem principal interpretado por Bill Murray é Steve Zissou, um oceanógrafo baseado em Jacques Custeau, sem tanto glamour ele é capaz de por vezes ser um tanto quanto incoerente,incorreto e egocentrico. Seu parceiro morreu recentemente, foi atacado por um tubarão-jaguar. Para ajudar a sua situação aparece um co-piloto da Air Kentucky que diz ser seu filho, fora isso o rumor de que ele está perdendo o seu talento tem se espalhado entre seus admiradores, é nesse clima que ele resolve fazer seu maior filme um épico que o ajude a se vingar do tal tubarão-jaguar.
Sua tripulação é formada por figuras únicas , como o cantor brasileiro Seu Jorge que faz o papel de Pelé dos Santos. Ele é cantor também na história e só cante versões das músicas de David Bowie em português.
A trilha feita por Seu Jorge é tão bizarra quanto o diretor planejou , ou quanto o são os outros persongens da história, ou até mesmo a história em si… Mas em momento algum deixa de ser bela, é fácil esquecer que são músicas mal traduzidas do Bowie, são lindas versões em voz e violão! E na história ele as canta quando há necessidade de acalmar a tripulação.
Postado em Uncategorized em abril 30, 2008 por diogoleao
FICHA TÉCNICA
Título Original: Donnie Darko
Gênero: Ficção Científica / Drama
Tempo de Duração: 113 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2001
Site Oficial: www.donniedarko.com
Estúdio: Pandora Cinema
Direção: Richard Kelly
Roteiro: Richard Kelly
Donnie Darko é um adolescente com disturbios psicológicos e alucinações que vive nos EUA, mais precisamente na década de 80.
Em suas visões, se torna constante a presença de uma personagem fantasiada de coelho, d’uma forma bem macabra, se assim podemos dizer. Frank – como é denominada a criatura – revela que veio de outra dimensão para ajudá-lo a salvar o mundo. Mais bizarro que a mensagem em si, é que Donnie acredita de uma forma até tranquila na missão, e passa a receber tarefas do coelho sem questioná-las. O pouco que ele sabia é que a aventura se limitaria a uma possível viagem no tempo através de um wormhole (buraco de minhoca).
Entre toda história protagonizada por Donnie Darko e sua “alucinação” surgem diversos roteiros paralelos, como seu romance com a garota Gretchen, novata em sua escola; a misteriosa Vovô Morte, sobre a qual pouco se sabe; e as outras particularidades de uma família tipicamente americana. Contudo, todos esses fragmentos vão se correspondendo com o desenrolar da trama, para dar ao filme um épico fim.
Conheço poucas pessoas que conseguiram entender o filme na primeira vez em que assistiram. Todo tema de viagem no tempo, que é presente em praticamente todo filme, é deveras complexo, e causa sim estranheza para um expectador de primeira viagem. Contudo, para mim o filme utiliza toda essa parafernália cientificista para retratar o romance entre Gretchen e Donnie. Ou seja, o filme é mais romance do que ficção científica.
A trilha sonora propriamente dita tem papel fundamental sobre toda película. Ela é basicamente composta por artistas dos anos 80, como Joy Division, Echo and the bunnymen, INXS e Tears for Fears. Uma das melhores cenas do filme, e de maior interação musical acontece em uma das primeiras idas de Donnie a escola. Uma cena de aproximadamente um minuto, ao som de Head over heels, do Tears for Fears, sem nenhum corte onde somos introduzidos no universo em que ele vive, conhecendo os alguns dos coadjuvantes da trama, e, -constatação pessoal- percebemos que muitos ali são quiçá mais perturbados mentalmente do que Donnie.
Para quem ainda não assistiu o filme, segue a cena:
Postado em Uncategorized em abril 29, 2008 por andreiachoi88
Ficha Técnica Título Original: Music and Lyrics Gênero: Comédia Romântica Tempo de Duração: 96 minutos Ano de Lançamento (EUA): 2007 Site Oficial:wwws.br.warnerbros.com/musicandlyrics Estúdio: Castle Rock Entertainment / Flower Films / Village Roadshow Pictures Distribuição: Warner Bros. Direção: Marc Lawrence Roteiro: Marc Lawrence Produção: Marc Lawrence Música: Adam Schlesinger Fotografia: Xavier Pérez Grobet Desenho de Produção: Jane Musky Figurino: Susan Lyall Edição: Susan E. Morse
Perfeito para uma tarde em dois, o filme conta a história do astro da música pop, Alex Fletcher, já decadente que canta apenas em feiras e parques, que recebe uma oportunidade de reafirmar seu talento ao ser convidado para compor e fazer dueto de uma música com então a atual diva, Cora Corman. O problema é que Alex não compõe nenhuma canção há anos e encontra dificuldade para escrever a letra. É nesse cenário que Sophie Fisher, a encarregada de cuidar das plantas de Alex, entra em ação. Com seu charme e jeito com palavras, logo começa a trabalhar com o cantor, porém na medida em que a música vai ficando pronta, a relação dos dois também vai se aprofundando. Marc Lawrence, diretor do filme, confessa que não teve nenhum problema em escrever o roteiro ou escolher o elenco exceto pelas músicas. “Queria que fossem melódicas e inesquecíveis, mas as letras tinham de ser bastante específicas. Tinham de estar nas vozes dos personagens e tinham de contar a história. Foi difícil conseguir isso”, diz. Uma das curiosidades que o filme tem é a própria atuação de Hugh Grant que quando foi escalado para o filme não sabia tocar nenhum instrumento e dizia incapaz de cantar e nem dançar. Michael Rafter, instrutor de voz e piano, ajudou no treinamento do elenco para cantar: “Hugh e eu começamos com a voz. Depois de uma ou duas semanas, comecei a ensinar a ele o básico do piano. Em outros filmes ele fingiu que tocava, mas desta vez ele realmente aprendeu a tocar o instrumento. Praticava por horas, até tarde, e no dia seguinte ele dizia, ‘ok, me dê o próximo compasso”. Resultado de todo esse esforço foi um filme realmente leve e agradável com uma música que ninguém esquece no final: Way Back Into Love.
Postado em Uncategorized em abril 27, 2008 por diogoleao
FICHA TÉCNICA
Título Original: Me you and everyone we know
Gênero: Drama / Comédia
Tempo de Duração: 91 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Site Oficial: www.meandyoumovie.com
Estúdio: IFC Films
Direção: Miranda July
Roteiro: Miranda July
Dirigido e atuado por Miranda July, Me and you… espanta a chatice que geralmente é presente nos filmes indies. O enredo é baseado na história de um Richard Swersey, divorciado e com dois filhos, que acaba se envolvendo a venderora de sapatos e multiartista (!) Christine Jesperson. Nem mesmo com a presença de inúmeros diálogos improváveis e indagações claramente forjadas (como a discussão sobre um peixe dourado que foi acidentalmente esquecido em cima de um carro) o filme perde brilho, já que dentro do contexto da obra, eles são válidos artisticamente. Outro fato que chama atenção para o filme é o confronto de um tema polêmico, a sexualidade na infância/adolescência. Em duas cenas esse contexto é cruamente explorado. A primeira retrata uma cena de sexo oral entre duas adolescentes e o filho do protagonista. Porém, graças a trilha sonora copiosamente escolhida, ela ganha um ar totalmente melancólico e triste. Na segunda ocorre um diálogo virtual completamente bizarro entre o filho mais novo de Richard (algo entre 5 a 7 anos) e uma outra protagonista, onde é discutido com inocência – pelo menos pela parte do garoto – um ato sexual nada convencional.
Além desses elementos polêmicos o filme, como escrito e dirigido por uma artísta plástica e audio-visual, é repleto de pequenos diálogos, citações, colagens e outros efeitos cinematográficos de cunho puramente artístico, o que faz dele uma obra leve e agradável. Como não poderia ser diferente, para um filme desses, a trilha sonora é bem díspare das que estamos acostumados a encontrar. A seleção é feita, em sua maioria por músicas eletrônicas e minimalistas. E agem como parte integrante de cada cena em que são executadas. Tomo como exemplo a própria cena de sexo oral que já citei. Se utilizada com qualquer outra música talvez seu sentido fosse completamente deturpado. Outra cena em que, dependendo do ponto de vista, a trilha participa integralmente é a sequencia do peixinho dourado. Para entender melhor, segue o vídeo da cena:
Postado em Uncategorized em abril 26, 2008 por sgermano
Título Original: Across the Universe Gênero: Musical Tempo de Duração: 131 minutos Ano de Lançamento (EUA): 2007 Estúdio: Revolution Studios / Gross Entertainment / Team Todd Distribuição: Sony Pictures Entertainment / Columbia Pictures Direção: Julie Taymor Roteiro: Dick Clement e Ian La Fresnais, baseado em estória de Julie Taymor, Dick Clement e Ian La Fresnais
O filme é bem clichê, desde a escolha dos nomes dos personagens ao final da história (que você já pode imaginar ao ver a segunda ou terceira cena). Mas as soluções visuais, os efeitos especiais e as interpretações das músicas de certa forma salvam o projeto.
O filme é um musical , que conta apenas com músicas do Beatles. O que já salva a trilha sonora e dispensa qualquer comentário desse humilde ser humano. Mas comentarei mesmo assim, um conselho ao ver o filme , pule os diálogos chatissimos e as histórinhas sentimentalmente baratas e veja apenas as canções em suas novas interpretações e novos contextos. O efeitos especiais são incriveis, a solução gráfica usada para “Strawberry Fields Forever”, realmente me impressionou.
Os atores são pouco conhecidos, mas a interpretação é boa , uma curiosidade é que a maior parte das músicas foram cantadas no estúdio.
As participações também não decepcionam , uma da scenas salvadoras do filme é do Bono Vox, interpretando Dr. Robert e cantando a incrivelmente lisergica música “I´m the Walrus”.
Conclusão = Filme fraco, história fraca, mas trilha sonora capaz de salvar os dois primeiros (graças , é claro, aos Beatles )
LET ME TAKE YOU DOWN CU´Z I´M GOING TOOOOOO Strawberry Fields….
Postado em Uncategorized em abril 22, 2008 por Tempero Urbano
Ficha Técnica
Título Original: La Môme Gênero: Drama Tempo de Duração: 140 minutos Ano de Lançamento (França / República Tcheca / Inglaterra): 2007 Site Oficial:www.edithpiaf.com.br Distribuição: Europa Filmes Direção: Olivier Dahan Roteiro: Isabelle Sobelman e Olivier Dahan Produção: Alain Goldman Música: Christopher Gunning Fotografia: Tetsuo Nagata Figurino: Marit Allen Efeitos Especiais: Rainmaker
Apesar dos muitos problemas pelos quais passou, a cantora francesa Edith Piaf sempre se esforçou para que sua arte passasse por cima de tudo e ela chegasse ao auge. De saúde frágil, ela foi abandonada ainda pequena pela mãe, uma cantora fracassada, e criada pela avó em um bordel. Quando já estava se acostumando com a vida que levava, foi arrastada pelo pai, um contorcionista, para segui-lo em exibições de circo. Não demorou muito para que a jovem descobrisse seu talento na música.
Depois de crescida e independente de seu pai, Edith segue inconscientemente os passos da mãe, cantando nas ruas em troca de moedas. Porém, sua experiência adquirida nas apresentações com seu pai e nos cabarés que freqüentou, permite que sua voz chame a atenção de todos os que a escutam. Não demora a ela começar a consolidar sua carreira, mas não de uma forma fácil. Sempre enfrentando problemas com seus vícios e dramas pessoais, ela não consegue se realizar a não ser na música. Isto não impede que Edith Piaf se torne uma das maiores cantoras de todos os tempos.
Piaf – Um Hino ao Amor conta a história real da intérprete de canções como La Vie en Rose e Non, Je Ne Regrette Rien. A idéia do filme nasceu quando o diretor Oliver Dahan viu uma foto da juventude de Edith e percebeu que quase ninguém sabia nada sobre essa época de sua vida. Devido a inúmeros problemas, como o envolvimento com cafetões ou uma suspeita de assassinato, ela raramente falava sobre antes de se tornar a famosa Edith Piaf. O sobrenome artístico ela recebeu por seu tamanho, apenas 1,42 m. Piaf, em francês, é pardal.