Frida

Título Original: Frida

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 123min

Ano de Lançamento: 2002

Direção: Julie Taymor

Roteiro: Clancy Sigal, Diane Lake, Gregory Nava e Anna Thomas, baseado em livro de Hayden Herrera

Produção: Lindsay Flickinger, Sarah Green, Nancy Hardin, Salma Hayek, Jay Polstein, Roberto Sneider e Lizz Speed  

Música: Elliot Goldenthal

Fotografia: Rodrigo Prieto

Direção de Arte: Bernardo Trujillo

Figurino: Julie Weiss

Edição: Françoise Bonnot

 

Premiações

 

Ganhou dois Oscars nas seguintes categorias de Melhor Maquiagem e Melhor Trilha Sonora. Foi ainda indicado nas seguintes categorias: Melhor Atriz (Salma Hayek), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Canção Original por “Burn It Blue”;

 

Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Atriz de Drama (Salma Hayek);

 

Ganhou o BAFTA de Melhor Maquiagem, além de ter sido indicado em outras três categorias: Melhor Atriz (Salma Hayek), Melhor Figurino e Melhor Ator Coadjuvante (Alfred Molina)

 

Sinopse

 

Magdalena Carmen Frida Khalo y Calderon. Nasceu em seis de julho de 1907, na cidade de Coyoacán, México.Teve uma vida marcada por tragédias e relacionamentos complicados com homens e mulheres. Na escola, tinha interesse por ciências e biologia, e queria ser médica.

Frida Khalo teve poliomielite na infância e ficou com problemas na perna direita. Depois, sofreu um acidente automobilístico que causou várias fraturas pelo corpo e a deixou de cama por meses. Ganhou telas, tintas e pincéis e levou o nome do México às galerias de todo o mundo.

O marido, Diego Rivera, a traía com freqüência. Frida, por sua vez, tinha vários amantes; o revolucionário russo Leon Trotsky era um deles.

Não conseguiu realizar o sonho de ser mãe. Embora tenha engravidado, sofreu aborto devido aos problemas físicos causados pelo acidente.

A maior parte de sua obra é composta por auto-retratos. Frida justificava essa escolha pela solidão que sentia e por ser o tema que mais conhecia. Seu pai, Guillermo Khalo, era fotógrafo e ensinou a artista a fotografar, influenciando seu estilo de pintar.

As obras de Frida ganharam as galerias mais badaladas de Nova York e Paris ainda antes de sua morte, em 1954, por pneumonia.

Felizmente, o cinema ajudou a imortalizar a arte de Frida Khalo, um dos principais nomes da história artística do México.

 

Trilha Competente

 

Elliot Goldenthal compôs uma trilha significativa e profunda, como uma pintura de Frida Khalo. Ritmos típicos e instrumentos mexicanos inserem os espectadores no mundo da pintora, com muita paixão e muito drama.

A voz rouca e afinada de Salma Hayek faz toda a diferença na música “La Bruja”, uma das músicas preferidas do pintor Diego Rivera, e verdadeira trilha sonora da vida e obra de Frida.

As fusões com o regional e um piano clássico embalam a vida de Khalo com a profundidade necessária para traduzi-la como a mulher pioneira que lutou contra seus problemas físicos e convenções sociais. Chavela Vargas interpreta “Paloma Negra” e “La llorona”, cantando os dramas da protagonista – Pedro Almodóvar já havia convidado Chavela para a trilha de “Carne Trêmula”.

Caetano Veloso dá voz a “Burn It Blue” com participação da cantora e compositora mexicana Lila Downs.  “Alcoba Azul” e “Estrella Oscura” também são interpretadas por Lila.

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