Archive for the Uncategorized Category

O Fabuloso Destino de Amelie Poulain

Posted in Uncategorized on maio 28, 2008 by sgermano

Ficha Técnica
Título Original: Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain
Ano de Lançamento (França): 2001
Estúdio: Le Studio Canal+ / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen / France 3 Cinéma / La Sofica Sofinergie 5 / MMC Independent GmbH / Tapioca Films / Victoires Pictures
Direção:
Jean-Pierre Jeunet
Roteiro: Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant

Amelie é uma típica francesinha que vive emMont Martre no final da década de de 90.
Será só isso mesmo ? Sua vida pacata é invadida por seus pensamentos que tornam cada dia uma aventura, e é assim desde pequena.
Na noite que estaria maracda para sempre na hist[oria mundial como o dia da morte da querida Lady Di, a história de Amelié é marcad por seu encontro com uma caixinha , um tanto quanto misteriosa. Nossa heroína decide descobrir o dono e tentar devolve-lo tal tesouro. Quando a missão é cumprida (como todos os requintes de sua imaginação), ela resolve que irá ajudar a tornar o mundo um lugar melhor.
É quando começa arranjar namoros, tentar castigar pequenos malfeitores de seu dia-a-dia, trazer de volta a vida pessoas que parecem não se importar…E é nesse engodo que ela se apaixona por um rapaz que parece ser tão diferente quanto ela.Quem parece precisar de ajuda agora é a pequena Amelie…

A trilha foi feita por Yann Tyerssen , um famoso músico frances. A trilha é composta principalmente por acordeon , instrumento com requintes de breguice que parace fazer milagres na mão de yaan.Vale lembrar que acordeon n¬ao tem a mesmas conota©¬ao na Fran©a que tem aqui.

O video de Amelie sera postado mais adiante, houveram problemas tecnicos no computador da pessoa que vos posta.

Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

Posted in Uncategorized on maio 13, 2008 by Tempero Urbano

Ficha Técnica

 

Título Original: Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 116 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2007
Site Oficial: wwws.br.warnerbros.com/sweeneytodd
Estúdio: DreamWorks SKG / Warner Bros.
Pictures / The Zanuck Company / Film IT / Parkes/MacDonald Productions
Distribuição: Warner Bros. Pictures / DreamWorks SKG / Paramount Pictures
Direção: Tim Burton
Roteiro: John Logan, baseado em musical de Stephen Sondheim e Hugh Wheeler
Produção: John Logan, Laurie MacDonald, Walter F. Parkes e Richard D. Zanuck
Fotografia: Dariusz Wolski
Desenho de Produção: Dante Ferretti
Figurino: Colleen Atwood
Edição: Chris Lebenzon
Efeitos Especiais: Gentle Giant Studios / Moving Picture Company / Neal Scanlan Studios

 

Elenco


Johnny Depp (Sweeney Todd / Benjamin Barker); Helena Bonham Carter (Sra. Lovett); Alan Rickman (Juiz Turpin); Timothy Spall (Beadle Bamford); Sacha Baron Cohen (Adolfo Pirelli); Jamie Campbell Bower (Anthony Hope)
Jayne Wisener (Johanna); Ed Sanders (Toby); Harry Taylor (Sr. Lovett); Laura Michelle Kelly (Lucy)

 

 

A adaptação para o cinema do musical de Stephen Sondheim, traz Johnny Depp como Benjamin Barker, um barbeiro que, depois de ser injustamente expulso de Londres e ver esposa e filha caírem em desgraça, retorna adotando o pseudônimo de Sweeney Todd para consumar sua vingança. Ao lado da quituteira Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter), o vingador usa a cadeira do barbeiro para assassinar seus clientes, enquanto ela pega os restos mortais para assar tortas que viram a sensação de Londres.

Na primeira parte, as músicas são um pouco parecidas, o que leva o espectador a ter sensação de falta de movimento, de ação. Porém, conforme o barbeiro vai assumindo sua nova personalidade, de vingador assassino, a trama se torna muito interessante e as músicas, que deixam de serem sutis, conseguem prender toda a atenção. O filme, diferentemente de muitos musicais, não é cansativo, pois os números musicais são intercalados com cenas dramáticas. Essa grande sacada do diretor proporcionou mais agilidade a trama. As vozes de Deep e Alan Rickman combinam de uma forma que ajuda a aumentar o clima de suspense em cenas, como a que intercala os sons dos panos, da navalha e da cadeira do barbeiro. Já na cena da matança de Mrs. Lovett, os misturados sons marcados pelas batidas da faca fazem soar quase uma melodia dançante.

Essa é a sexta parceria de Deep com o diretor Tim Burton (Edward Mãos-de-Tesouras, Ed Wood, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, A Fantástica Fábrica de Chocolate e A Noiva-Cadáver), e como sempre, o ator consegue se superar e mostra que não é bom apenas como ator, mas tambem como cantor.

Para muitos críticos de cinema, Sweeney Todd representa um dos melhores musicais produzidos em Hollywood nos últimos anos. 

 

Frida

Posted in Uncategorized on maio 5, 2008 by vivianreis

Título Original: Frida

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 123min

Ano de Lançamento: 2002

Direção: Julie Taymor

Roteiro: Clancy Sigal, Diane Lake, Gregory Nava e Anna Thomas, baseado em livro de Hayden Herrera

Produção: Lindsay Flickinger, Sarah Green, Nancy Hardin, Salma Hayek, Jay Polstein, Roberto Sneider e Lizz Speed  

Música: Elliot Goldenthal

Fotografia: Rodrigo Prieto

Direção de Arte: Bernardo Trujillo

Figurino: Julie Weiss

Edição: Françoise Bonnot

 

Premiações

 

Ganhou dois Oscars nas seguintes categorias de Melhor Maquiagem e Melhor Trilha Sonora. Foi ainda indicado nas seguintes categorias: Melhor Atriz (Salma Hayek), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Canção Original por “Burn It Blue”;

 

Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Atriz de Drama (Salma Hayek);

 

Ganhou o BAFTA de Melhor Maquiagem, além de ter sido indicado em outras três categorias: Melhor Atriz (Salma Hayek), Melhor Figurino e Melhor Ator Coadjuvante (Alfred Molina)

 

Sinopse

 

Magdalena Carmen Frida Khalo y Calderon. Nasceu em seis de julho de 1907, na cidade de Coyoacán, México.Teve uma vida marcada por tragédias e relacionamentos complicados com homens e mulheres. Na escola, tinha interesse por ciências e biologia, e queria ser médica.

Frida Khalo teve poliomielite na infância e ficou com problemas na perna direita. Depois, sofreu um acidente automobilístico que causou várias fraturas pelo corpo e a deixou de cama por meses. Ganhou telas, tintas e pincéis e levou o nome do México às galerias de todo o mundo.

O marido, Diego Rivera, a traía com freqüência. Frida, por sua vez, tinha vários amantes; o revolucionário russo Leon Trotsky era um deles.

Não conseguiu realizar o sonho de ser mãe. Embora tenha engravidado, sofreu aborto devido aos problemas físicos causados pelo acidente.

A maior parte de sua obra é composta por auto-retratos. Frida justificava essa escolha pela solidão que sentia e por ser o tema que mais conhecia. Seu pai, Guillermo Khalo, era fotógrafo e ensinou a artista a fotografar, influenciando seu estilo de pintar.

As obras de Frida ganharam as galerias mais badaladas de Nova York e Paris ainda antes de sua morte, em 1954, por pneumonia.

Felizmente, o cinema ajudou a imortalizar a arte de Frida Khalo, um dos principais nomes da história artística do México.

 

Trilha Competente

 

Elliot Goldenthal compôs uma trilha significativa e profunda, como uma pintura de Frida Khalo. Ritmos típicos e instrumentos mexicanos inserem os espectadores no mundo da pintora, com muita paixão e muito drama.

A voz rouca e afinada de Salma Hayek faz toda a diferença na música “La Bruja”, uma das músicas preferidas do pintor Diego Rivera, e verdadeira trilha sonora da vida e obra de Frida.

As fusões com o regional e um piano clássico embalam a vida de Khalo com a profundidade necessária para traduzi-la como a mulher pioneira que lutou contra seus problemas físicos e convenções sociais. Chavela Vargas interpreta “Paloma Negra” e “La llorona”, cantando os dramas da protagonista – Pedro Almodóvar já havia convidado Chavela para a trilha de “Carne Trêmula”.

Caetano Veloso dá voz a “Burn It Blue” com participação da cantora e compositora mexicana Lila Downs.  “Alcoba Azul” e “Estrella Oscura” também são interpretadas por Lila.

O Tigre e o Dragão

Posted in Uncategorized on maio 4, 2008 by vivianreis

Ficha Técnica

 

Título Original: Wo Hu Zang Long

Gênero: Ação

Tempo de Duração: 120 min

Ano de Lançamento: 2000

Direção: Ang Lee

Roteiro: Hui-Ling Wang, James Schamus e Juo Jung Tsai, baseado em livro de Du Lu Wang

Produção: Li-Kong Hsu, William Kong e Ang Lee

Música: Tan Dun

Direção de Fotografia: Peter Pau

Figurino: Timmy Yip

Edição: Tim Squyres

Efeitos Especiais: Blue Sky Studios/MVFX

 

Premiações 

  • Ganhou quatro Oscars nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora. Recebeu ainda outras seis indicações nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição, Melhor Figurino e Melhor Canção Original;

  • Ganhou dois Globos de Ouro por Melhor Diretor e Melhor Filme Estrangeiro, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Trilha Sonora;

  • Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio BR de Cinema, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Sinopse

 

Ambientado em um universo de fantasia e misticismo, o filme é povoado por personagens grandiosos que desafiam a Lei da Gravidade a todo o momento, movendo-se com graciosidade.

O guerreiro Li Mu Bai lutou por toda a China e, então, resolveu abandonar a peregrinação. Amargo, ele pede a uma amiga por quem mantém uma contida e correspondida paixão há muitos anos, Shu Lien, que entregue sua poderosa espada, Destino Verde, ao mestre Sir Te. Porém, a espada é roubada por uma figura misteriosa que, possivelmente, também foi a responsável pelo envenenamento do mestre.

Enquanto isso uma jovem garota, Jen, reluta em aceitar seu destino de tradições e subserviência e resolve conferir novo rumo à própria vida – o que pode levá-la a um caminho equivocado e sombrio.

É no caráter das personagens que reside a força da história presente no roteiro.

O Tigre e o Dragão não é apenas um filme de artes marciais, embora apresente características típicas do gênero, como coragem, tradição e honra: graças à sensível direção de Ang Lee, os personagens da história se tornam mais notáveis do que suas próprias qualidades como lutadores. Além disso, o papel essencial das personagens femininas ao longo da trama confere fôlego novo ao longo da narrativa, pois elas são as figuras mais fortes e presentes no filme.

As lutas são engrandecidas pela dimensão heróica conferida aos lutadores, e as brilhantes coreografias realçam este fato com perfeição, amparado por uma série de efeitos mecânicos, e não digitais.

Existe poesia nas imagens de Ang Lee.

 

Tan Dun e a Trilha Sonora

 

A trilha sonora é toda em cordas e foi desenvolvida por Tan Dun. A trilha confere um clima épico à produção, sem chamar demasiadamente a atenção sobre si.

Tan Dun é um compositor e regente conceitual e multifacetado. Deixou sua marca na cena musical internacional ao apresentar um repertório criativo que transpõe as fronteiras da música clássica.

Vencedor de importantes prêmios musicais – Grawemeyer, Grammy e Oscar – a música de Tan Dun tem sido aclamada em todo o mundo.

Sua inspiração brota da natureza e da tecnologia. Sua inquietação se manifesta no seu experimentalismo como autor.

Em sua música estão o vislumbre dos astros no espaço, o deslizar dos rios, o cantar dos pássaros, o sol nascente, o cair da tarde, o silêncio noturno.

Tan Dun assegura magnitude e emoção a quem estiver disposto a ouvir sua música. Ela é livre e solta na tonalidade, pontilhada de nuances coloridas, despojada, densa, alegre, solene.

 A música de Tan Dun é um exercício fascinante quando aborda, inclusive, o silêncio.

 

A Vida Marinha com Steve Zissou

Posted in Uncategorized on maio 1, 2008 by sgermano

Ficha Técnica
Título Original: The Life Aquatic with Steve Zissou
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 118 minutos

Ano de Lançamento (EUA):
2004
Estúdio: Touchstone Pictures / Scott Rudin Productions / American Empirical Pictures / Life Aquatic 
Direção: 
Wes Anderson
Roteiro: Wes Anderson e Noah Baumbach
Produção: Wes Anderson, Barry Mendel e Scott Rudin
Música: Mark Mothersbaugh
Fotografia: Robert D. Yeoman
Desenho de Produção: Mark Friedberg
Direção de Arte: Stefano Maria Ortolani
Figurino: Milena Canonero

Do mesmo diretor de Os Excentricos Tenenbauns e Viagem a Darjeeling , o filme conta com grande elenco como Bill Murray, Anjelica Houston , Owen Wilson, Cate Blanchett e Seu Jorge.

O personagem principal interpretado por Bill Murray é Steve Zissou, um oceanógrafo baseado em Jacques Custeau, sem tanto glamour ele é capaz de por vezes ser um tanto quanto incoerente,incorreto e egocentrico. Seu parceiro morreu recentemente, foi atacado por um tubarão-jaguar. Para ajudar a sua situação aparece um co-piloto da Air Kentucky que diz ser seu filho, fora isso o rumor de que ele está perdendo o seu talento tem se espalhado entre seus admiradores, é nesse clima que ele resolve fazer seu maior filme um épico que o ajude a se vingar do tal tubarão-jaguar.

Sua tripulação é formada por figuras únicas , como o cantor brasileiro Seu Jorge que faz o papel de Pelé dos Santos. Ele é cantor também na história e só cante versões das músicas de David Bowie em português.

A trilha feita por Seu Jorge é tão bizarra quanto o diretor planejou , ou quanto o são os outros persongens da história, ou até mesmo a história em si… Mas em momento algum deixa de ser bela, é fácil esquecer que são músicas mal traduzidas do Bowie, são lindas versões em voz e violão! E na história ele as canta quando há necessidade de acalmar a tripulação.

Donnie Darko

Posted in Uncategorized on abril 30, 2008 by diogoleao

FICHA TÉCNICA


Título Original: Donnie Darko
Gênero: Ficção Científica / Drama
Tempo de Duração: 113 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2001
Site Oficial: www.donniedarko.com
Estúdio: Pandora Cinema
Direção: Richard Kelly
Roteiro: Richard Kelly

Donnie Darko é um adolescente com disturbios psicológicos e alucinações que vive nos EUA, mais precisamente na década de 80.

Em suas visões, se torna constante a presença de uma personagem fantasiada de coelho, d’uma forma bem macabra, se assim podemos dizer. Frank – como é denominada a criatura – revela que veio de outra dimensão para ajudá-lo a salvar o mundo. Mais bizarro que a mensagem em si, é que Donnie acredita de uma forma até tranquila na missão, e passa a receber tarefas do coelho sem questioná-las. O pouco que ele sabia é que a aventura se limitaria a uma possível viagem no tempo através de um wormhole (buraco de minhoca).

Entre toda história protagonizada por Donnie Darko e sua “alucinação” surgem diversos roteiros paralelos, como seu romance com a garota Gretchen, novata em sua escola; a misteriosa Vovô Morte, sobre a qual pouco se sabe; e as outras particularidades de uma família tipicamente americana. Contudo, todos esses fragmentos vão se correspondendo com o desenrolar da trama, para dar ao filme um épico fim.

Conheço poucas pessoas que conseguiram entender o filme na primeira vez em que assistiram. Todo tema de viagem no tempo, que é presente em praticamente todo filme, é deveras complexo, e causa sim estranheza para um expectador de primeira viagem. Contudo, para mim o filme utiliza toda essa parafernália cientificista para retratar o romance entre Gretchen e Donnie. Ou seja, o filme é mais romance do que ficção científica.

A trilha sonora propriamente dita tem papel fundamental sobre toda película. Ela é basicamente composta por artistas dos anos 80, como Joy Division, Echo and the bunnymen, INXS e Tears for Fears. Uma das melhores cenas do filme, e de maior interação musical acontece em uma das primeiras idas de Donnie a escola. Uma cena de aproximadamente um minuto, ao som de Head over heels, do Tears for Fears, sem nenhum corte onde somos introduzidos no universo em que ele vive, conhecendo os alguns dos coadjuvantes da trama, e, -constatação pessoal- percebemos que muitos ali são quiçá mais perturbados mentalmente do que Donnie.

Para quem ainda não assistiu o filme, segue a cena:

Letra & Música

Posted in Uncategorized on abril 29, 2008 by andreiachoi88

Ficha Técnica
Título Original: Music and Lyrics
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
2007
Site Oficial: wwws.br.warnerbros.com/musicandlyrics
Estúdio: Castle Rock Entertainment / Flower Films / Village Roadshow Pictures
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Marc Lawrence
Roteiro: Marc Lawrence
Produção: Marc Lawrence
Música: Adam Schlesinger
Fotografia: Xavier Pérez Grobet
Desenho de Produção: Jane Musky
Figurino: Susan Lyall
Edição: Susan E. Morse

 

            Perfeito para uma tarde em dois, o filme conta a história do astro da música pop, Alex Fletcher, já decadente que canta apenas em feiras e parques, que recebe uma oportunidade de reafirmar seu talento ao ser convidado para compor e fazer dueto de uma música com então a atual diva, Cora Corman. O problema é que Alex não compõe nenhuma canção há anos e encontra dificuldade para escrever a letra. É nesse cenário que Sophie Fisher, a encarregada de cuidar das plantas de Alex, entra em ação. Com seu charme e jeito com palavras, logo começa a trabalhar com o cantor, porém na medida em que a música vai ficando pronta, a relação dos dois também vai se aprofundando. Marc Lawrence, diretor do filme, confessa que não teve nenhum problema em escrever o roteiro ou escolher o elenco exceto pelas músicas. “Queria que fossem melódicas e inesquecíveis, mas as letras tinham de ser bastante específicas. Tinham de estar nas vozes dos personagens e tinham de contar a história. Foi difícil conseguir isso”, diz. Uma das curiosidades que o filme tem é a própria atuação de Hugh Grant que quando foi escalado para o filme não sabia tocar nenhum instrumento e dizia incapaz de cantar e nem dançar. Michael Rafter, instrutor de voz e piano, ajudou no treinamento do elenco para cantar: “Hugh e eu começamos com a voz. Depois de uma ou duas semanas, comecei a ensinar a ele o básico do piano. Em outros filmes ele fingiu que tocava, mas desta vez ele realmente aprendeu a tocar o instrumento. Praticava por horas, até tarde, e no dia seguinte ele dizia, ‘ok, me dê o próximo compasso”. Resultado de todo esse esforço foi um filme realmente leve e agradável com uma música que ninguém esquece no final: Way Back Into Love.