Me you and everyone we know

Posted in Uncategorized on abril 27, 2008 by diogoleao

FICHA TÉCNICA


Título Original: Me you and everyone we know
Gênero: Drama / Comédia
Tempo de Duração: 91 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Site Oficial: http://www.meandyoumovie.com
Estúdio: IFC Films
Direção: Miranda July
Roteiro: Miranda July

Dirigido e atuado por Miranda July, Me and you… espanta a chatice que geralmente é presente nos filmes indies. O enredo é baseado na história de um Richard Swersey, divorciado e com dois filhos, que acaba se envolvendo a venderora de sapatos e multiartista (!) Christine Jesperson. Nem mesmo com a presença de inúmeros diálogos improváveis e indagações claramente forjadas (como a discussão sobre um peixe dourado que foi acidentalmente esquecido em cima de um carro) o filme perde brilho, já que dentro do contexto da obra, eles são válidos artisticamente. Outro fato que chama atenção para o filme é o confronto de um tema polêmico, a sexualidade na infância/adolescência. Em duas cenas esse contexto é cruamente explorado. A primeira retrata uma cena de sexo oral entre duas adolescentes e o filho do protagonista. Porém, graças a trilha sonora copiosamente escolhida, ela ganha um ar totalmente melancólico e triste. Na segunda ocorre um diálogo virtual completamente bizarro entre o filho mais novo de Richard (algo entre 5 a 7 anos) e uma outra protagonista, onde é discutido com inocência – pelo menos pela parte do garoto – um ato sexual nada convencional.

Além desses elementos polêmicos o filme, como escrito e dirigido por uma artísta plástica e audio-visual, é repleto de pequenos diálogos, citações, colagens e outros efeitos cinematográficos de cunho puramente artístico, o que faz dele uma obra leve e agradável. Como não poderia ser diferente, para um filme desses, a trilha sonora é bem díspare das que estamos acostumados a encontrar. A seleção é feita, em sua maioria por músicas eletrônicas e minimalistas. E agem como parte integrante de cada cena em que são executadas. Tomo como exemplo a própria cena de sexo oral que já citei. Se utilizada com qualquer outra música talvez seu sentido fosse completamente deturpado. Outra cena em que, dependendo do ponto de vista, a trilha participa integralmente é a sequencia do peixinho dourado. Para entender melhor, segue o vídeo da cena:

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Across the Universe

Posted in Uncategorized on abril 26, 2008 by sgermano

Título Original: Across the Universe
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 131 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2007
Estúdio: Revolution Studios / Gross Entertainment / Team Todd
Distribuição: Sony Pictures Entertainment / Columbia Pictures
Direção: Julie Taymor
Roteiro: Dick Clement e Ian La Fresnais, baseado em estória de Julie Taymor, Dick Clement e Ian La Fresnais

 O filme é bem clichê, desde a escolha dos nomes dos personagens ao final da história (que você já pode imaginar ao ver a segunda ou terceira cena). Mas as soluções visuais, os efeitos especiais e as interpretações das músicas de certa forma salvam o projeto.

O filme é um musical , que conta apenas com músicas do Beatles. O que já salva a trilha sonora e dispensa qualquer comentário desse humilde ser humano. Mas comentarei mesmo assim, um conselho ao ver o filme , pule os diálogos chatissimos e as histórinhas sentimentalmente baratas e veja apenas as canções em suas novas interpretações e novos contextos. O efeitos especiais são incriveis, a solução gráfica usada para “Strawberry Fields Forever”, realmente me impressionou.

Os atores são pouco conhecidos, mas a interpretação é boa , uma curiosidade é que a maior parte das músicas foram cantadas no estúdio.

As participações também não decepcionam , uma da scenas salvadoras do filme é do Bono Vox, interpretando Dr. Robert e cantando a incrivelmente lisergica música “I´m the Walrus”.

Conclusão = Filme fraco, história fraca, mas trilha sonora capaz de salvar os dois primeiros (graças , é claro, aos Beatles )

 

 

 

LET ME TAKE YOU DOWN CU´Z I´M GOING TOOOOOO
Strawberry Fields…. 

 

Por S. Germano

 

 

 

 

 

 

 

 

Piaf – Um Hino de Amor

Posted in Uncategorized on abril 22, 2008 by Tempero Urbano

Ficha Técnica

Título Original: La Môme
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 140 minutos
Ano de Lançamento (França / República Tcheca / Inglaterra): 2007
Site Oficial:
www.edithpiaf.com.br
Distribuição: Europa Filmes
Direção: Olivier Dahan
Roteiro: Isabelle Sobelman e Olivier Dahan
Produção: Alain Goldman
Música: Christopher Gunning
Fotografia: Tetsuo Nagata
Figurino: Marit Allen
Efeitos Especiais: Rainmaker

 

Apesar dos muitos problemas pelos quais passou, a cantora francesa Edith Piaf sempre se esforçou para que sua arte passasse por cima de tudo e ela chegasse ao auge. De saúde frágil, ela foi abandonada ainda pequena pela mãe, uma cantora fracassada, e criada pela avó em um bordel. Quando já estava se acostumando com a vida que levava, foi arrastada pelo pai, um contorcionista, para segui-lo em exibições de circo. Não demorou muito para que a jovem descobrisse seu talento na música.

Depois de crescida e independente de seu pai, Edith segue inconscientemente os passos da mãe, cantando nas ruas em troca de moedas. Porém, sua experiência adquirida nas apresentações com seu pai e nos cabarés que freqüentou, permite que sua voz chame a atenção de todos os que a escutam. Não demora a ela começar a consolidar sua carreira, mas não de uma forma fácil. Sempre enfrentando problemas com seus vícios e dramas pessoais, ela não consegue se realizar a não ser na música. Isto não impede que Edith Piaf se torne uma das maiores cantoras de todos os tempos.

Piaf – Um Hino ao Amor conta a história real da intérprete de canções como La Vie en Rose e Non, Je Ne Regrette Rien. A idéia do filme nasceu quando o diretor Oliver Dahan viu uma foto da juventude de Edith e percebeu que quase ninguém sabia nada sobre essa época de sua vida. Devido a inúmeros problemas, como o envolvimento com cafetões ou uma suspeita de assassinato, ela raramente falava sobre antes de se tornar a famosa Edith Piaf. O sobrenome artístico ela recebeu por seu tamanho, apenas 1,42 m. Piaf, em francês, é pardal.

 

 

 

 

 

 

Juno

Posted in Uncategorized on abril 22, 2008 by sgermano

Ficha Técnica
Título Original: Juno
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Canadá / Hungria): 2007
Site Oficial: http://www.foxsearchlight.com/juno
Estúdio: Fox Searchlight Pictures / Mandate Pictures / Mr. Mudd
Direção: Jason Reitman
Roteiro: Diablo Cody
Produção: Lianne Halfon, John Malkovich, Mason Novick e Russell Smith
Música: Matt Messina
Fotografia: Eric Steelberg
Desenho de Produção: Steve Saklad
Direção de Arte: Michael Diner e Catherine Schroer
Figurino: Monique Prudhomme
Edição: Dana E. Glauberman

Mais fofo impossivel !

Juno conta a Historia de uma adolescente de classe media norte-americana, que não tem nada de muito normal. Juno, se nega a se encaixar nas normas, e por isso muitas vezes ela e mal compreendida.

A historia começa com a garota fazendo seu terceiro teste de gravidez, que confirma a situação. Seu relacionamento com o pai da criança não vai muito bem , mas mesmo assim ela resolve fazer o mais dificil (e tambem talvez o mais correto). Ela resolve ter o filho e logo assim que nascer dar a criança pra adoção.

Essa historia não e facil de ser contada nem parece muito leve, mas com a direção de Jason Reitman e o roteiro de Diabnlo Cody (ex-stripper), o filme quebra varios tabus e se torna incrivelmente fofo.
Tabus são quebrados logo no começo ao mostrar uma adoslecente não muito normal e incrivelmente geniosa, o pai que ao saber do gravidez da menina fica feliz ao descobrir que pelo menos ela não mexia com drogas. Com o passar do filme voce ve que não ha razões pra alardes, esta tudo sob controle mesmo parecendo não estar.

E uma tarefa quase impossivel terminar de ver o filme sem lagrimas nos olhos e sem se apaixonar pelos personagens desse filme. Um dos trunfos do diretor para dar esse ar tão humano a historia foi a trilha sonora. Foi a protagonista quem disse que Juno deveria ouvir Moldy Peaches, a dupla que canta musica que encerra o filme. Par completara  lista vem Sonic Youth (banda de quem Juno e fã! ) Belle and Sebastian e Cat Power, filme alternativo com trilha alternativa. O que não foi nada B foi o fato do filme entrar na lista dos CDs mais vendidos da Billboard, esse feito foi alcançado pela ultima vez apenas com a trilha de Titanic, o sucesso foi tanto que ja lançaram o segundo volume da trilha de Juno, com canções que fizeram parte da personagem e que segundo o diretor ela ouviria numa boa.

Du dududu dududu du dududu 
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you ...

Por S. Germano

A Marcha dos Pingüins

Posted in Uncategorized on abril 20, 2008 by vivianreis

Título Original: La Marche de L´Empereur

Gênero: Documentário

Tempo de Duração: 85min

Ano de Lançamento: 2005

Direção: Luc Jacquet

Produção: Yves Darondeau, Christophe Lioud e Emmanuel Priou

Música: Émilie Simon

Fotografia: Laurent Chalet e Jérôme Maison

Edição: Sabine Emiliani

Premiações

 

  • Ganhou o Oscar de Melhor Documentário
  • Recebeu duas indicações ao BAFTA nas categorias de Melhor Edição e Melhor Fotografia
  • Recebeu quatro indicações ao César nas categorias de Melhor Filme de Estréia, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Som

Sinopse

 

Num cenário de gelo desértico na Antártica, surge uma bela história da natureza que se repete há milênios e da qual depende a preservação da espécie: a marcha de milhares de pingüins imperadores em busca do par perfeito. Por instinto, enfileirados aos montes, machos e fêmeas deixam seu habitat natural em uma maratona de bravura e sobrevivência até realizar seu ritual de acasalamento.

O documentário mostra a inversão de papéis entre pingüins machos e fêmeas. O casal se separa após um breve tempo, suficiente para a fecundação. A fêmea deixa o ovo para ser chocado pelo macho enquanto retorna para o mar em busca de alimento.

Meses se passam e os pingüins machos (sem comer nada) têm a árdua tarefa de aquecer e proteger os ovos com os filhotes. Quando o rebento enfim nasce, a nova família de pingüins terá que se reunir no prazo máximo de 48 horas para que o novo membro receba comida, caso contrário, não sobreviverá.

O reencontro com as fêmeas dá a largada à corrida dos machos em direção às águas do Oceano Antártico. Começa a marcha dos famintos. Caberá agora às fêmeas a tarefa de preparar os filhos para a vida adulta até que possam se arriscar sozinhos no mar. Assim, o ciclo se fecha até a chegada do próximo outono.

O documentário, na versão brasileira, é narrado por Patrícia Pillar e Antonio Fagundes e é sucesso de crítica e público em todo o mundo. Nos EUA, obteve mais de US$ 77 milhões, compensando os US$ 8 milhões gastos nas filmagens.

As imagens são fenomenais e a narração fica por conta do pensamento dos próprios pingüins. Há um casal principal – impossível de ser identificado, já que os animais são idênticos entre si – na narração e, juntos, vão contando a verdadeira saga que é atravessar o gelo do oceano a um local seguro à procriação. Assim, o documentário atribui valores estritamente humanos – como amor, ciúme e medo – aos animais, ajudando o espectador a envolver-se com a história.

Dirigido por Luc Jacquet, especializado em produções sobre a vida selvagem, A Marcha dos Pingüins retrata muito bem o ambiente inóspito onde os animais vivem.

 

 

Trilha

 

O filme é a primeira experiência de Émilie Simon na criação de uma trilha sonora original. Para o trabalho, ela contou com a contribuição do engenheiro de som Markus Dravs, que participou de discos de artistas como Björk e Brian Eno. A trilha apresenta um som moderno e inovador, e combina melodias pop e etéreas.

Filha de um engenheiro de som, a cantora, compositora e produtora musical – que tem 20 e poucos anos – começou a trabalhar como assistente de som muito jovem. Em 2003, ela lançou seu primeiro disco e, em 2005, a trilha sonora do filme de Luc Jacquet.

Segundo Émilie, a experiência com A Marcha dos Pingüins foi poética, apaixonante e enriquecedora. Ela retratou cores extremamente puras em sua música, traduziu imagens e história em suas melodias.

Quando foi convidada para participar do projeto, Émilie estava justamente trabalhando em uma canção chamada “Ice Girl”, que pode ser conferida no filme. Para desenvolver a trilha, a cantora enfrentou outro desafio: como o filme ainda não estava montado, cada membro da equipe trabalhou paralelamente.

 

 

Dançando no Escuro

Posted in Uncategorized on abril 19, 2008 by vivianreis

Título Original: Dancer In The Dark

 Gênero: Drama l Musical

Duração: 140 min

Ano de Lançamento: 2000

Países: Dinamarca l Alemanha l Holanda l Itália l EUA l Reino Unido l França l Suécia l Finlândia l Islândia l Noruega

Idioma: Inglês

Direção: Lars von Trier

Roteiro: Lars von Trier

Produção: Vibeke Windelov

Música: Mark Bell e Björk

Direção de Fotografia: Robby Müller e Lars von Trier

Direção de Arte: Peter Grant

Figurino: Manon Rasmussen

Edição: François Gédigier e Molly Marlene Stensgard

Dançando no Escuro – parte 1

Premiações

 

Ganhou a Palma de Ouro de Melhor Filme e o prêmio de Melhor Atriz – Björk – no Festival de Cannes;

Recebeu uma indicação ao Oscar na categoria de Melhor Canção Original por “I´ve seen it all”;

Recebeu duas indicações ao Globo de Ouro nas categorias de Melhor Atriz em Drama – Björk – e Melhor Canção Original por “I´ve seen it all”;

Recebeu uma indicação ao César na categoria de Melhor Filme Estrangeiro e venceu, na mesma categoria, o Goya e o Independent Spirit Awards.

Enredo

 

Como disse o jornal The New York Times, “não existe meio termo: ou o público adora ou detesta”. Faço parte da primeira turma. Dançando no Escuro é, simplesmente, meu filme preferido.

Selma (Björk) é uma mãe-solteira tcheca portadora de uma doença hereditária que a faz perder a visão gradativamente, algo que também deverá acontecer um dia a seu filho Gene (Vladica Kostic), um garoto de doze anos. Ela descobriu que existem médicos nos Estados Unidos que podem operar seu filho, e isto foi o suficiente para fazê-la imigrar para o país, onde passou a morar com seu filho em um trailer.

Ela trabalha duro como operária numa fábrica, e guarda tudo o que ganha para a cirurgia de Gene. Bill (David Morse) e Linda (Cara Seymour), seus vizininhos, juntamente com Kathy (Catherine Deneuve), uma colega de fábrica, a ajudam no que é possível. Mas quando Bill se vê em dificuldades financeiras rouba o dinheiro que Selma tinha economizado. Este roubo é o ponto de partida para trágicos acontecimentos.

 

Dançando no Escuro

Posted in Uncategorized on abril 17, 2008 by vivianreis

                  

Dançando no Escuro – parte 2

Direção e Inovação

 

Dançando no Escuro é a verdadeira sétima arte, é especial. O filme é uma experiência ousada assinada por Lars Von Trier, um dos fundadores do manifesto Dogma 95. A produção inspira – brilhantemente – adulação e desdém. Juntos.

Lars Von Trier conduz esse filme de forma crua utilizando os princípios do Dogma, como o trabalho diferenciado de câmera e iluminação, e cores frias em sintonia com o sofrimento da protagonista. Lars cria uma cara de documentário no filme, e apenas nos devaneios musicais de Björk é que a câmera torna-se estática e hollywoodiana.

Nesses momentos, Lars subverte o próprio manifesto de maneira primorosa. Pelas regras do documento, não são permitidos filmes de gênero. Von Trier mistura logo dois (musical, embora não tradicional, e drama). As tais cem câmeras de vídeo usadas na cena da fábrica desmontam o mito do minimalismo e da pobreza do manifesto. A iluminação e as cores são reforçadas, demonstrando o ilusionismo do anti-ilusionismo, com formas clássicas de enquadramento e montagem.

O filme completa a trilogia de Von Trier, que inclui Breaking the Waves (Ondas do Destino) e Idioterne (Os Idiotas). Neles o diretor trata suas personagens com sofrimento e redenção, tudo em busca de um ideal.

 

Björk e a Tragédia Musical

 

A música e o cinema servem como refúgio, alívio para Selma. Trata-se de uma tragédia musical. Durante o filme, fantasias são tiradas do realismo, do barulho das máquinas na fábrica. A protagonista constrói seu lirismo dando cor e movimento, regados de coreografias, a sua vida cinzenta. E de quebra somos contagiados pela voz de Björk.

Em Dançando no Escuro, Björk, que nunca atuou antes, está extraordinária como Selma. A personagem é espontânea e retrata um ser humano comum purificado pela música – outra mártir feminina de Von Trier. Sua interpretação é simples e intensa: a voz baixa, a aparência miúda, os vestidos humildes, e os óculos “fundo – de – garrafa” contradizem um interior forte e determinado.

A trilha sonora do filme, lançada no álbum Selmasongs, também foi criada por Björk em parceria com Von Trier. Desde os primórdios de sua carreira, a cantora flerta com a abordagem teatral da música e o experimentalismo. Seu primeiro grupo, ainda na Islândia, o Kukl, já tinha essa ambição de unir a anarquia punk à vanguarda dos ruídos. Desde então, sua carreira tem sido uma variação ao redor desse epicentro, desenvolvendo música alternativa de alto nível.

Sombria e um tanto ambivalente, a trilha de Dançando no Escuro é a abertura de um pesadelo, mas também foge à própria tradição björkiana, oferecendo melodrama sinfônico em doses homeopáticas.

Os arranjos orquestrais, inventivos e nervosos, são de responsabilidade de Vincent Mendoza.

Selmasongs se sustenta essencialmente pela imagem. Sobrevive sem ela, mas não é tão sugestiva assim.

Tocante e envolvente, denso e repleto de emoções, Dançando no Escuro consegue ser triste e terno sem atingir a pieguice. É um excelente filme que, diferentemente dos roteiros tradicionais, reconsidera o meio e nos faz pensar em nosso mundo.

Lars Von Trier nos mostra isso. Mesmo no escuro.